terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Passo horas e horas a correr para a caixa de correio
 na esperança de ter uma carta tua...
 Aí tão ridícula que sou!
Tenho saudades...
Saudades do tempo em que era livre e ia passear para o campo.
Saudades do tempo em que corria,
Do tempo que não olhava para o relógio,
Do tempo que colhia lírios...
Do tempo que não te amava!
Do tempo que não esperava absolutamente nada de ti!
Porque esse, esse, é o maior erro.

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